O Militante das Ordens Inicáticas


Quem é um Pedreiro Livre? É um artesão espiritual, um tijolo do Senhor dos Mundos.

sábado, 23 de junho de 2012

O menino que virou Venerável Mestre e dominou os Elementos


Desde os 13 anos, Wellington Henrique Reis Alves, empossado Venerável Mestre da ARLS Maçônica Deus Justiça e Fraternidade nº 5, Or.’. de São Luis e jurisdicionada à M.’.R.’.Grande Loja Maçônica do Estado do Maranhão, já frequentava a Maçonaria.

Maranhense, nascido em São Luis em 10 de agosto de 1971, é oriundo de uma família de Maçons, cujo pai, Casenavenes Alves de Sousa, conhecido pelos irmãos e amigos como Casé, hoje repousa no Oriente Eterno. Wellington tem mais dois irmãos de sangue; Casenavenes Alves de Sousa Filho (Casé Filho) e Pedro José Ribeiro Alves, ambos Mestres da Loja Deus Justiça e Fraternidade.

Ainda menino, começou a acompanhar os irmãos consanguíneos na gestão de Pedro Alves, quando este exerceu o cargo de Venerável Mestre. Desde então, nunca mais se afastou do convívio da família maçônica. Iniciado em Novembro de 2003, passou a absorver os conhecimentos sobre os AAug:. Mistérios e durante este período serviu amplamente à Loja, exercendo os cargos de Chanceler, Tesoureiro, Secretario, 2º e 1º Vigilante. Sempre solicitado, ocupou interinamente os cargos de Mestre de Cerimônia, Hospitaleiro e 1º e 2º Diáconos.

O harmônico casamento de Wellington com a ludovicense Soraia Raquel Nunes Barros já completou, neste ano de 2012, Bodas de Cristal (15 anos).

Formou-se em Ciências Contábeis em 2002, na Universidade Federal do Maranhão - UFMA. Servindo à Pátria, foi 3º Sargento no Exército Brasileiro.

Intrépido espírito, aventurou-se em alto mar, quando trabalhou para a Vale do Rio Doce como Técnico de Sinalização Náutica e Oceanografia. Após domar o Elemento Água, decidiu dominar o Elemento Ar, e hoje é instrutor e Presidente do Clube de paraquedismo ILHA JUMP, sendo também o atual Diretor Administrativo da Federação Maranhense de Paraquedismo.

O Venerável Wellington é contador e diretor da FACTUAL CONTABILIDADE, empresa onde exerce a gestão administrativa e presta Assessoria e Consultoria na área contábil.

Quando em São Luis, venha conhecê-lo pessoalmente e assista os trabalhos da ARLS Deus, Justiça e Fraternidade, 5.


sábado, 2 de junho de 2012

Um Sargento faz 45 anos.....

Se você é um fã dos Beatles, é o dia de cumprimentar o Sargento Pepper

Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band completa 45 anos

Há 45 anos os Beatles lançavam um disco que mudaria para sempre a história do rock. Cansados da gritaria das fãs que impedia até mesmo que eles se ouvissem durante os shows, o quarteto de Liverpool decidiu em agosto de 1966 nunca mais sair em turnê. No fim do mesmo ano, entraram em estúdio para gravar sua obra mais ousada, temperada com a psicodelia do fim dos anos 1960, muito experimentalismo e novas influências de cada membro da banda - George, por exemplo, tinha acabado de voltar de uma viagem à Índia onde desenvolveu sua habilidade na cítara com Ravi Shankar e Lennon havia conhecido uma artista chamada Yoko Ono durante uma exposição em Nova York.

http://youtu.be/c-wXZ5-Yxuc

O disco foi lançado em 1º de junho de 1967 com o inusitado nome "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band". Na biografia "Many Years From Now", escrita por Barry Miles, Paul McCartney explica como surgiu a ideia para o disco, durante um voo entre o Quênia (onde ele tinha ido fazer um safári), e Londres:

"Nós estávamos cansados de ser os Beatles. Nós realmente odiávamos aquele visual de quatro pequenos garotos com cabelo mop-top. Nós não éramos garotos, éramos homens. Tudo era passado, aquela coisa de meninos, a gritaria, não queríamos mais aquilo. Além disso, agora fumávamos maconha e nos víamos como artistas e não apenas intérpretes. Tudo era maior, não apenas John e eu compunhamos, George também compunha, tínhamos aparecido em filmes, John havia escrito livros, então era natural que nos tornássemos artistas".


Então, de repente, no avião eu tive essa ideia. Eu pensei, não precisamos ser nós mesmos. Vamos desenvolver alter egos para não precisarmos projetar uma imagem que conhecemos. Seria muito mais livre. Seria interessante entrar nos personagens dessa nova banda. Poderíamos dizer, 'Como outra pessoa cantaria isso? De forma mais sarcástica, talvez'.

Então tive essa ideia de dar alter egos aos Beatles simplesmente para ter uma abordagem diferente. Então quando John fosse ao microfone, ou eu, não seria John ou Paul cantando, mas os membros dessa banda. Seria um elemento liberador. Pensei que poderíamos manter essa filosofia em todo o álbum: com essa banda de alter egos, não seríamos nós fazendo o som, não seriam os Beatles, mas essa outra banda, então poderíamos perder nossas identidades.

Eu e Mal (Evans, gerente de turnê dos Beatles, que também estava nessa viagem) muitas vezes brincávamos com palavras, o que levou ao boato de que ele pensou no nome Sergeant Pepper, mas acho que foi mais algo como eu sugerindo, 'pense em nomes'. Nós estávamos comendo e havia pequenos pacotes com as letras S e P. Mal disse, 'O que isso significa, ah sal (salt) e pimenta (pepper)'. Nós brincamos com isso. Então eu disse, 'Sergeant Pepper', apenas para criar uma variação, não como se eu não tivesse entendido, mas brincando com as palavras.

"Então veio 'Lonely Hearts Club', essa é boa. Havia muitos desse tipo, uma espécie de agência de namoro. Apenas juntei os dois como você junta Dr Hook e o Medicine Show. Toda a cultura dos anos 1960 voltando aos médicos viajantes, ciganos, ecoando o século anterior na verdade. Apenas fantasiei, bem, 'Sergeant Pepper's Lonely Hearts Club Band'.

Isso já seria bem louco. Por que uma "Lonely hearts club (Clube dos corações solitários) teria uma banda? Se fosse Sergeant Pepper's British Legion Band (Banda da legião britância do sargento pimenta) faria mais sentido. A ideia era ser um pouco diferente, isso era o que todos estavam fazendo. Essa era a moda. Juntar algumas palavras que tivessem ritmo. Eu queria uma sequência desse tipo pois pensei que seria uma boa ideia no lugar de um título atrativo. As pessoas se perguntariam, 'O que?'. Nós fizemos alguns títulos com trocadilhos- Rubber Soul, Revolver - então eu queria me afastar disso."

(Uma observação aleatória: quando Sgt Peppers foi lançado, Paul McCartney e George Harrison tinham 23 anos de idade. John Lennon e Ringo Starr, 25)

Conselhos de um Mestre



Francisco Lucas, um grande erudito de Vitória, ES, oferece um Manual de Vida, que envia os leitores para a Felicidade.

Seguir os conselhos deste Mestre pode ser um bom caminho para ser Feliz.

Manual para a Vida

Saúde:

1. Beba muita água;

2. Coma ao café da manhã como um rei, ao almoço como um príncipe e ao jantar como um pedinte;

3. Coma o que nasce em árvores e plantas, e menos comida produzida em fábricas;

4. Viva com os 3 E's: Energia, Entusiasmo e Empatia;

5. Arranje tempo para orar;

6. Jogue mais jogos;

7. Leia mais livros do que já leu;

8. Sente-se em silêncio pelo menos 10 minutos por dia;

9. Durma 8 horas por dia;

10. Faça caminhadas de 20-60 minutos por dia, e enquanto caminha sorria.

Personalidade:

11. Não compare a sua vida a dos outros. Ninguém faz idéia de como é a caminhada dos outros;

12. Não tenha pensamentos negativos ou coisas de que não tenha controle;

13. Não se exceda. Mantenha-se nos seus limites;

14. Não se torne demasiadamente sério;

15. Não desperdice a sua energia preciosa em fofocas;

16. Sonhe mais;

17. Inveja é uma perda de tempo. Tem tudo que necessita....

18. Esqueça questões do passado. Não lembre seu parceiro dos seus erros do passado. Isso destruirá a sua felicidade presente;

19. A vida é curta demais para odiar alguém. Não odeie.

20. Faça as pazes com o seu passado para não estragar o seu presente;

21. Ninguém comanda a sua felicidade a não ser você;

22. Tenha consciência que a vida é uma escola e que está nela para aprender. Problemas são apenas parte do currículo, que aparecem e se desvanecem como uma aula de álgebra, mas as lições que aprende, perduram uma vida inteira;

23. Sorria e gargalhe mais;

24. Não necessite ganhar todas as discussões. Aceite também a discordância;

Sociedade:

25. Entre mais em contato com sua família;

26. Dê algo de bom aos outros diariamente;

27. Perdoe a todos por tudo;

28. Passe tempo com pessoas acima de 70 anos e abaixo de 6;

29. Tente fazer sorrir pelo menos três pessoas por dia;

30. Não te diz respeito o que os outros pensam de você;

31. O seu trabalho não tomará conta de você quando estiver doente. Os seus amigos o farão. Mantém contato com eles.


A Vida:

32. Faça o que é correto;

33. Desfaça-se do que não é útil, bonito ou alegre;

34. DEUS cura tudo;

35. Por muito boa ou má que a situação seja.... Ela mudará...

36. Não interessa como se sente, levanta, se arruma e aparece;

37. O melhor ainda está para vir;

38. Quando acordar vivo de manhã, agradeça a DEUS pela graça.

39. Mantenha seu coração sempre feliz.

Por último:

40. Envie para aqueles que você ama!


segunda-feira, 21 de maio de 2012

O Dalai Lama quer falar uma coisinha com vc......

"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro se esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem o presente, nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer...e morrem como se nunca tivessem vivido." (Dalai Lama)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Os Ciclos Rosacruzes

Ciclos Rosacruzes - para seu uso privado

Extraído da Blog ROSACRUZES

Tabela criada pela nossa querida Sóror G.K., para ser impressa e consultada diariamente.

Baseada no livro de H.S.Lewis "O Autodomínio com os Ciclos da Vida" -AMORC, a imagem mostra os melhores horários na semana e ao longo do dia em suas 24 horas, com seus pontos positivos, negativos e sua influências, as quais podemos tirar muitos proveitos.


domingo, 29 de abril de 2012

Pronunciamento de uma Sacerdotisa.....

Em breve, teremos um pronunciamento de uma Sacerdotisa. Na atualidade, isto é JÓIA RARA. Aguardem.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

“Não há diversão no islã”



Trazido do Blog de Samy Adghirni - versando sobre o Islã no Irã. Que pena.

Meses depois de fundar a República Islâmica do Irã, em 1979, o aiatolá Ruhollah Khomeini fez um discurso em cadeia nacional de rádio que definiu boa parte do padrão social e cultural promovido até hoje pelo regime.

Khomeini declarou o seguinte:

“Alá não criou o homem para que ele pudesse se divertir. O objetivo da criação é pôr à prova a humanidade por meio de dureza e oração. Um regime islâmico deve ser sério em todos os aspectos. Não há piadas no islã. Não há humor no islã. Não há diversão no islã. Não pode haver diversão e alegria naquilo que é sério. O islã não permite nadar no mar e se opõe a seriados de rádio e televisão. O islã, entretanto, permite tiro ao alvo, andar a cavalo e competição”

A fala ecoa em todos os aspectos da vida no Irã de hoje. Difícil achar por aqui alguém que não conheça esse discurso. Mesmo duas décadas após a sua morte, Khomeini continua onipresente _para satisfação de uns e desgosto de outros. A cara de mau do aiatolá espalhada por incontáveis outdoors e murais espalhados nos mais diversos recantos do país parece vigiar o respeito às regras que ele impôs.

A lei iraniana não estipula abertamente o veto ao humor e à diversão. Mas a Revolução Islâmica aboliu bares, álcool, discotecas, shows e festas em lugares públicos. Música é área reservada aos homens, que só podem cantar ou tocar instrumentos após submeter suas obras à avaliação do regime.

Dias atrás o governo anunciou que proibirá aulas de dança e canto nos jardins de infância por considerar as práticas “imorais” (reportagem completa na Folha de hoje, só para assinante). Em compensação, as crianças desde cedo aprendem tudo sobre a temática mórbida dos mártires, obsessão do regime. Os principais feriados religiosos têm a ver com as sanguinolentas mortes dos imãs Ali e Hussein, descendentes do profeta Maomé que originaram a facção xiita dentro do islã. Em todas as cidades há murais com os rostos sérios, geralmente reprodução de fotos de identidade, de soldados mortos na guerra contra o Iraque do então aliado do Ocidente Saddam Hussein (1980-1988).

Nos primeiros anos da revolução as pessoas praticamente só usavam roupas escuras. Mulheres evitavam sair de casa maquiadas. Hoje em dia muitas iranianas andam nas ruas enfeitadas até as unhas. Há inclusive véus e roupas em tons berrantes, mas que ainda destoam do preto predominante na multidão. Os escassos programas de humor no rádio e na TV são caretas ao extremo. Conversas sobre pegação e namoros só ocorrem entre amigos íntimos. Nenhum taxista se atreveria a comentar com um passageiro sobre a belezura que acaba de atravessar a rua.

As cidades são todas austeras e sisudas. Os prédios quase só têm tons marrons ou cinzas, embora em Teerã o atual prefeito tenha mandado instalar dezenas de painéis coloridos abstratos. Os poucos outdoors publicitários evitam mostrar pessoas e quando o fazem, os eventuais sorrisos são pra lá de contidos.

Mas esta ideia de um islã incompatível com a alegria de viver é amplamente rejeitada. O humor e as artes, aliás, são características comuns em quase todas as sociedades muçulmanas, do Marrocos à Indonésia, passando por Senegal e Egito. Prevalece na maioria dos países de fé islâmica a cultura da festa e da ironia, sob formas muito diferentes, é claro. Sim, há outros lugares ultrapuritanos além do Irã, como Arábia Saudita e Paquistão, mas a felicidade cabe perfeitamente no islã.

Alguns teólogos sustentam até que o Corão é muito mais bem resolvido do que a Bíblia ou a Torá no que diz respeito aos prazeres da vida. No islã, a vida e os sentidos são um presente de Deus aos homens e devem ser aproveitados sem culpa, desde que de forma lícita. O sexo, inclusive, está longe de ser um tabu na fé islâmica, segundo o sociólogo tunisiano Abdelwahab Bouhdiba, autor de “A sexualidade no islã” (lançado no Brasil pela editora Globo). Bouhdiba sustenta que o homem e a mulher foram feitos para dar prazer um ao outro uma vez casados. Machismos à parte, eis um trecho pouco conhecido do Corão: “Vossas mulheres são, para vós, como campo lavrado. Então, achegai-vos a vosso campo lavrado, como e quando quiserdes.” (2:223).

Muito estudiosos dizem que o islã em sua forma mais rígida só cresceu e se propagou na era moderna. Afirmam ainda que pensadores, teólogos e clérigos muçulmanos de antigamente eram muito mais hedonistas e liberais que os atuais. Há abundantes relatos de viajantes islâmicos dos séculos passados que voltavam para casa espantados com a intransigência moral que dominava então as sociedades europeias.

Essas contradições estavam presentes até no espírito de Khomeini. O mesmo homem que decretou não haver diversão no islã também afirmou: “o fato de eu ter dito alguma coisa não significa que eu deva ficar preso ao que eu disse”.