Conheça o Pedreiro-Livre!


Quem é um Pedreiro Livre? É um artesão espiritual, um tijolo do Senhor dos Mundos, moldado para realizar a obra que vem dos tempos da Lemúria.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O Dalai Lama quer falar uma coisinha com vc......

"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro se esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem o presente, nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer...e morrem como se nunca tivessem vivido." (Dalai Lama)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Os Ciclos Rosacruzes

Ciclos Rosacruzes - para seu uso privado

Extraído da Blog ROSACRUZES

Tabela criada pela nossa querida Sóror G.K., para ser impressa e consultada diariamente.

Baseada no livro de H.S.Lewis "O Autodomínio com os Ciclos da Vida" -AMORC, a imagem mostra os melhores horários na semana e ao longo do dia em suas 24 horas, com seus pontos positivos, negativos e sua influências, as quais podemos tirar muitos proveitos.


domingo, 29 de abril de 2012

Pronunciamento de uma Sacerdotisa.....

Em breve, teremos um pronunciamento de uma Sacerdotisa. Na atualidade, isto é JÓIA RARA. Aguardem.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

“Não há diversão no islã”



Trazido do Blog de Samy Adghirni - versando sobre o Islã no Irã. Que pena.

Meses depois de fundar a República Islâmica do Irã, em 1979, o aiatolá Ruhollah Khomeini fez um discurso em cadeia nacional de rádio que definiu boa parte do padrão social e cultural promovido até hoje pelo regime.

Khomeini declarou o seguinte:

“Alá não criou o homem para que ele pudesse se divertir. O objetivo da criação é pôr à prova a humanidade por meio de dureza e oração. Um regime islâmico deve ser sério em todos os aspectos. Não há piadas no islã. Não há humor no islã. Não há diversão no islã. Não pode haver diversão e alegria naquilo que é sério. O islã não permite nadar no mar e se opõe a seriados de rádio e televisão. O islã, entretanto, permite tiro ao alvo, andar a cavalo e competição”

A fala ecoa em todos os aspectos da vida no Irã de hoje. Difícil achar por aqui alguém que não conheça esse discurso. Mesmo duas décadas após a sua morte, Khomeini continua onipresente _para satisfação de uns e desgosto de outros. A cara de mau do aiatolá espalhada por incontáveis outdoors e murais espalhados nos mais diversos recantos do país parece vigiar o respeito às regras que ele impôs.

A lei iraniana não estipula abertamente o veto ao humor e à diversão. Mas a Revolução Islâmica aboliu bares, álcool, discotecas, shows e festas em lugares públicos. Música é área reservada aos homens, que só podem cantar ou tocar instrumentos após submeter suas obras à avaliação do regime.

Dias atrás o governo anunciou que proibirá aulas de dança e canto nos jardins de infância por considerar as práticas “imorais” (reportagem completa na Folha de hoje, só para assinante). Em compensação, as crianças desde cedo aprendem tudo sobre a temática mórbida dos mártires, obsessão do regime. Os principais feriados religiosos têm a ver com as sanguinolentas mortes dos imãs Ali e Hussein, descendentes do profeta Maomé que originaram a facção xiita dentro do islã. Em todas as cidades há murais com os rostos sérios, geralmente reprodução de fotos de identidade, de soldados mortos na guerra contra o Iraque do então aliado do Ocidente Saddam Hussein (1980-1988).

Nos primeiros anos da revolução as pessoas praticamente só usavam roupas escuras. Mulheres evitavam sair de casa maquiadas. Hoje em dia muitas iranianas andam nas ruas enfeitadas até as unhas. Há inclusive véus e roupas em tons berrantes, mas que ainda destoam do preto predominante na multidão. Os escassos programas de humor no rádio e na TV são caretas ao extremo. Conversas sobre pegação e namoros só ocorrem entre amigos íntimos. Nenhum taxista se atreveria a comentar com um passageiro sobre a belezura que acaba de atravessar a rua.

As cidades são todas austeras e sisudas. Os prédios quase só têm tons marrons ou cinzas, embora em Teerã o atual prefeito tenha mandado instalar dezenas de painéis coloridos abstratos. Os poucos outdoors publicitários evitam mostrar pessoas e quando o fazem, os eventuais sorrisos são pra lá de contidos.

Mas esta ideia de um islã incompatível com a alegria de viver é amplamente rejeitada. O humor e as artes, aliás, são características comuns em quase todas as sociedades muçulmanas, do Marrocos à Indonésia, passando por Senegal e Egito. Prevalece na maioria dos países de fé islâmica a cultura da festa e da ironia, sob formas muito diferentes, é claro. Sim, há outros lugares ultrapuritanos além do Irã, como Arábia Saudita e Paquistão, mas a felicidade cabe perfeitamente no islã.

Alguns teólogos sustentam até que o Corão é muito mais bem resolvido do que a Bíblia ou a Torá no que diz respeito aos prazeres da vida. No islã, a vida e os sentidos são um presente de Deus aos homens e devem ser aproveitados sem culpa, desde que de forma lícita. O sexo, inclusive, está longe de ser um tabu na fé islâmica, segundo o sociólogo tunisiano Abdelwahab Bouhdiba, autor de “A sexualidade no islã” (lançado no Brasil pela editora Globo). Bouhdiba sustenta que o homem e a mulher foram feitos para dar prazer um ao outro uma vez casados. Machismos à parte, eis um trecho pouco conhecido do Corão: “Vossas mulheres são, para vós, como campo lavrado. Então, achegai-vos a vosso campo lavrado, como e quando quiserdes.” (2:223).

Muito estudiosos dizem que o islã em sua forma mais rígida só cresceu e se propagou na era moderna. Afirmam ainda que pensadores, teólogos e clérigos muçulmanos de antigamente eram muito mais hedonistas e liberais que os atuais. Há abundantes relatos de viajantes islâmicos dos séculos passados que voltavam para casa espantados com a intransigência moral que dominava então as sociedades europeias.

Essas contradições estavam presentes até no espírito de Khomeini. O mesmo homem que decretou não haver diversão no islã também afirmou: “o fato de eu ter dito alguma coisa não significa que eu deva ficar preso ao que eu disse”.

domingo, 4 de março de 2012

Semente Rosacruz + Maçonaria cresce forte e iluminada


Em outubro de 2007, a Loja Maçônica Deus, Justiça e Fraternidade, 5, jurisdicionada à Grande Loja do Estado do Maranhão e o Capítulo Rosacruz São Luis (AMORC), do Oriente de São Luis, MA, realizaram juntos - pela primeira vez unidos - uma Ritualística. Seria possível?


Sim. Nesta Ritualística, com as Confrarias de maçons e rosacruzes unidas, foi realizado um experimento, no qual foram plantadas três palmeiras, com cerimonial especial - que não é aqui permitido narrar - objetivando um crescimento vegetal diferenciado.


Aqui são observadas as imagens deste Encontro Especial, em que as duas Ordens se uniram ritualisticamente num objetivo comum. Oportunamente, mostraremos os resultados conseguidos.

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Maçons e Rosacruzes, Rosacruzes e Maçons; nos laços das Ordens....



A garotada unindo Confrarias......



O então Venerável da Loja, maçom Henry Marinho recebe Oficiais e Confrarias....



Maçons e famílias chegando para um Evento singular......



Juventude R+C e Maçônica, unidos em um experimento único....



O então Grão Mestre da Grande Loja Maçônica do Maranhão, Raimundo Nonato e sua esposa



Frateres, Irmãos, Cunhadas, Sorores.....



Frateres, Irmãos, Cunhadas, Sorores......



Confrarias Unidas - Sessão Especial!



Sementes fertilizadas em Paz Profunda e com Sabedoria, Força e União....



Plantação esotérica.....



Plantando com a ajuda de Elementos especiais.....



Sementes iluminadas semeiam.....



O Mestre Maçom Djalma consegue a ajuda de forças poderosas,
operadas por futuras Columbas e Filhas de Jó.... I



O Mestre Maçom Djalma consegue a ajuda de forças poderosas,
operadas por futuras Columbas e Filhas de Jó.... II



O Mestre Maçom Djalma consegue a ajuda de forças poderosas,
operadas por futuras Columbas e Filhas de Jó.... III



Juventude maçônica e R+C, unidos em um ideal....



Aqui, o então Mestre do Capítulo São Luis, Frater Felipe, Um Mago iluminado, realizando "milagres" com a ajuda da Columba filha da então cantora Helena...



Henry marinho, Venerável da Loa e a Soror Helena, futura Mestre do Capítulo e sua Columba....

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Maçom Palestino é o novo Grão Mestre da Grande Loja Israel

Maçom Palestino é o Grão Mestre da Grande Loja Israel






Texto: Tzvi Chazan
do Blog Bucalem.blogspot.com (não Maçom)


Nadim Mansour
, árabe palestino, de religião cristã ortodoxa, foi empossado em Tel Aviv como o novo Grão-Mestre da Grande Loja do Estado de Israel, cargo que ocupará até o ano 2013.A Grande Loja de Israel teve já dois Grão-Mestres palestinos: Yakob Nazih, de 1933 a 1940, e Jamil Shalhoub, de 1981 a 1982.

O novo Grão-Mestre nasceu em Haifa e mudou-se para Acre aos cinco anos de idade ; foi iniciado em 1971 na Loja “Akko”, da qual seu pai foi um dos fundadores, e em 1980 tornou-se seu Venerável. Nadim Mansour é também grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito.
Atualmente, a Grande Loja de Israel tem cerca de 1.200 membros, praticantes de cinco diferentes religiões, distribuídos em 56 lojas, e trabalhando em dez idiomas: hebraico, árabe, Inglês, francês, húngaro, romeno, turco, russo, alemão e espanhol.

A presença de um maçom de origem árabe como Grão-Mestre de uma Loja Maçônica de judeus, é uma demonstração de que existe uma luz no final do túnel, e que a paz entre palestinos e judeus é possível sim! E não somente a paz, mas a fraternidade pode reinar entre árabes e judeus, como ocorre na Grande Loja de Israel.

A prova maior do compromisso dessa Grande Loja com os princípios de “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” pode ser vista no Selo da mesma: a Cruz, a Lua Quarto-crescente e a Estrela de Davi estão juntas, simbolizando o Cristianismo, o Islamismo e o Judaísmo.
Da mesma forma, a Bíblia, o Corão e a Torah estão no Altar das Lojas, comprovando que todos os Irmãos, independente da fé professada, estão imbuídos do objetivo de trabalhar pela Felicidade da Humanidade.

É uma bela notícia. Rezo para que Homens e Mulheres do mundo inteiro raciocinem: a Religião não deve e não pode separar ninguém!

Confesso meu completo desconhecimento das regras e dos ritos da maçonaria. Não sabia, fiquei sabendo agora ao ler esse e-mail, que a Maçonaria respeita igualmente as religiões do Livro. Como seria bom que todos seguissem esse exemplo...

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Palácio Lavradio, marco histórico da maçonaria brasileira



Texto do Ir.'. Barbosa Nunes, enviado pelo Ir.'. Uther Pendragon, extraído da Blog Filhos de Hiran.

O Ir.'. Barbosa é advogado, ex-radialista, Delegado aposentado da Polícia Civil, professor e Grão Mestre do Grande Oriente do Estado de Goiás.

São informações precisas sobre um dos Faróis da Maçonaria deste país - senão o principal, onde tive a honra de ser Exaltado, através da Loja Rei Salomão IV, nos anos 70.

Existia, no meu tempo, uma história em que a Av. Chile, uma das mais importantes avenidas do Brasil e que abriga os principais edifícios sedes das maiores empresas do país, iria, no traçado de sua construção, destruir o GOB.

Na época, o presidente da República era o general Médici, um Filho da Viúva. A pedido da Ordem, ele mudou o traçado, salvando o GOB.

Confira.


Palácio do Lavradio, marco histórico da Maçonaria Brasileira

Ainda me encontro em emoção muito espiritual, conduzindo para sempre os momentos maçônicos vividos quando da recepção como Membro Honorário da Loja “Comércio e Artes” n° 001, fundada em 1815, berço da Independência do Brasil, templo histórico sediado no Palácio do Lavradio, especificamente na Rua do Lavradio. Via da cidade localizada no Centro do Rio de Janeiro.

O Lavradio é uma freguesia do Concelho do Barreiro em Portugal, o significado da palavra é terra arável, fértil, razão pela qual o Brasão da Freguesia do Lavradio é um arado.

A Rua do Lavradio foi um dos pontos mais nobres no Império e na primeira metade do século passado. Aberta em 1771 pelo Marquês do Lavradio, que assumiu o vice reinado em 1769. Personalidades ilustres moraram no Lavradio como o encarregado de negócios da França, Sr. M. Pontois, Duque de Caxias, Marquês de Olinda, Marquês de Cantagallo, artista Jesuína Monteiro, ator João Caetano, Eduardo Laemmert, Visconde de Jaguari, André Rebouças, Vieira Souto, Antônio Saldanha da Gama e o escritor Valentim Magalhães que se reunia sempre com Raul Pompéia, Olavo Bilac, Coelho Neto e Lúcio Mendonça.

O Marquês de Lavradio mandou construir a sua residência nessa rua, cujo prédio ainda se localiza na esquina com a Rua da Relação, onde promovia muitas festas e reuniões sociais, como forma de compensar as poucas opções de lazer da capital da Colônia. Hoje, no Centro Histórico do Rio, conta com concorridos bares e restaurantes e nelas são promovidas feiras de antiguidades, prestigiadas pelos mais conhecidos antiquários da cidade.

Uma construção de grande valor histórico é o Palácio Maçônico do Lavradio, situado no número 97, de estilo neoclássico, cuja planta original é atribuída a Grandjean de Montigny, sede do Grande Oriente do Brasil, fundado em 1822. O seu terreno foi comprado em 1836 pelo ator português Vitor Porfínio Borja, nele começando a edificar um majestoso teatro para torná-lo rival do Teatro João Caetano, e acabou desistindo do projeto por falta de recursos.

Em 27 de outubro de 1928 foi publicado no Jornal do Commércio, anúncio de leilão do prédio. Várias lojas maçônicas se agregaram, formando a Companhia Glória do Lavradio, financiando a aquisição do prédio que seria o teatro.

Percorri as dependências do Palácio do Lavradio, juntamente com os Irmãos que me conduziram ao Rio de Janeiro e ali bem de perto, vimos três estátuas em mármore de Carrara, representando a Caridade, a Fé e a Esperança, medindo a primeira 1,40m de altura, presenteada em 1844 pelo maçom Ferdinand Petrich, escultor natural da Alemanha, iniciado na Loja Maçônica da Pensilvânia, Estados Unidos. As estátuas da Fé e da Esperança foram colocadas no local em 1880.

Até o início da República todos os templos eram iluminados por velas de cera, querosene ou óleo, passando a seguir a iluminação a gás, definitivamente substituída em 1910 por iluminação elétrica.

No Palácio do Lavradio estão expostos no corredor de acesso, quadros que retratam vários personagens da nossa história e em outro corredor, na parte inferior, as alfaias e aventais pertencentes a cada um deles. Saldanha Marinho, Visconde de Inhauma, Marquês de Abrantes, D. Pedro I, Senador José Vergueiro, Joaquim Gonçalves Ledo, General Osório, Visconde de Sapucahy e Visconde de Rio Branco.

Este corredor é margeado por retratos em guache de todos os maçons que ocuparam o Grão Mestrado do Grande Oriente do Brasil. Nas paredes, placas elaboradas em mármores e metais. O Templo Nobre do Palácio Maçônico do Lavradio, onde com muita emoção, junto com os mais de 50 Irmãos de Goiás, totalizando 97 presentes, recebemos o título de Membro Honorário em sessão presidida pelo Venerável Mestre Abramo Scarlato, foi inaugurado em 13 de fevereiro de 1902, com galerias laterais e camarotes, que foram idealizadas pelo Grão Mestre e ex-presidente da República Nilo Peçanha, em 1918. Construídas em 1921, na gestão do Grão Mestre Tomaz Cavalcante de Albuquerque.

O templo nobre em que nos reunimos é uma réplica do Parlamento Inglês. Recebeu o nome de Gonçalves Ledo em 1928. Homenagem ao grande mentor e articulador de nossa Independência.

Maçons que exerceram a presidência da República passaram pelo Palácio do Lavradio, como Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto, Prudente de Morais, Campos Sales, Nilo Peçanha, Hermes da Fonseca, Venceslau Brás e Washington Luís.

Duas telas pintadas em óleo em 1869, ambas de autoria de Eduardo de Lartimo, representam a Guerra do Paraguai. Uma denominada “Entrada da esquadra em Assunção”, a outra “Paisagem de Humaitá”, doadas pelo Visconde de Rio Branco.

Observei com muita atenção o relógio carrilhão em madeira entalhada com símbolos maçônicos do século XIX, com 2,10m de altura e engrenagens. Também observei o busto do Visconde de Rio Branco, esculpido em mármore e as espadas pertencentes a Henrique Valadares e ao patrono do Exército Brasileiro, Marechal Duque de Caxias.

À entrada, o busto de D. Pedro I, confeccionado em bronze fundido em Paris, por Fontaine e modelado por Marc Ferrez. Nesta sala do Conselho está o trono de Grão Mestre, construído em jacarandá, com incrustações em marfim, entalhado e folheado a ouro, classificado como “Trono de D Pedro I”. Na biblioteca, vi um variado acervo bibliográfico, com uma coleção de todas as Leis do Império, destacando entre as várias preciosidades a “Bíblia de 1555, escrita em aramaico e doada a D. Pedro II pelo escritor Vitor Hugo, por ocasião de visita do Imperador à França.”

O Palácio do Lavradio foi tombado pela Divisão de Patrimônio do antigo estado da Guanabara, em 1972.

Ao Juiz de Direito, advogado militante em Caldas Novas, membro da Academia Tocantinense de Letras, da Academia de Letras e Artes de Piracanjuba, Juiz do Tribunal de Justiça Maçônico, fraterno Irmão Orimar de Bastos, cronista deste Diário da Manhã, agradeço seu artigo do dia 04 de outubro. Juntos tivemos a emoção de sentar no Trono do Imperador D. Pedro I.

Palácio do Lavradio, marco histórico da maçonaria brasileira.